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NA CAIXA ORIGINAL 1997 Kenner Terminator 2 T2 3-D Collector's Edition T-800 12" Action Figure vintage de 1997 da Kenner do filme O Exterminador Do Futuro 2. Edição de Colecionador 3D do T-800, com 30 cm de altura. Esta figura altamente colecionável em escala 1:6 apresenta a icônica semelhança de Arnold Schwarzenegger e foi lançada originalmente como parte da lendária atração do parque temático da Universal Studios, T2 3-D: Battle Across Time. • Marca: Kenner Toys (1997) • Escala: 30 cm de altura (escala 1:6) • Características: Roupa de motoqueiro removível em tecido e aparência desgastada em batalha. • Acessórios inclusos: Rifle de assalto e espingarda.
Verita's Sound And Vision, venda online de CD's, Blu Ray's, UMD's e DVD's musicais nacionais e importados, novos e usados, para colecionadores. Trabalhamos com quadrinhos, filmes, discos de vinil, action figures, brinquedos, compactos, VHS, fitas cassete (K7), games, livros, álbuns de figurinhas, picture discs, box sets, merchandising oficial, singles, edições limitadas e materiais fora de catálogo e raros. Anúncios dos produtos no Mercado Livre e Shopee!
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sábado, 8 de agosto de 2026
sexta-feira, 7 de agosto de 2026
Disco Mix Single Michael Jackson Leave Me Alone Moonwalker
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DISCO MIX NACIONAL
"Leave Me Alone" é uma canção de Michael Jackson, do seu sétimo álbum de estúdio, Bad (1987). Foi lançada como o oitavo single fora da América do Norte em 2 de janeiro de 1989, e originalmente apareceu apenas nas edições em CD de Bad. Foi escrita e composta por Jackson e produzida por Jackson e Quincy Jones.
"Leave Me Alone" foi uma resposta aos rumores negativos sobre Jackson que apareceram frequentemente nos tabloides após 1985, depois do sucesso de Thriller. A partir de 1986, os tabloides começaram a publicar rumores sobre Jackson, um dos primeiros sendo uma história alegando que Jackson dormia em uma câmara hiperbárica para retardar o processo de envelhecimento. Uma foto vazou para a mídia mostrando-o deitado em uma câmara hiperbárica em um hospital que ele visitou.
Quando Jackson comprou um chimpanzé de estimação chamado Bubbles, os tabloides interpretaram isso como evidência de seu crescente distanciamento da realidade. Também foi noticiado que Jackson teria se oferecido para comprar os ossos de Joseph Merrick, o "Homem Elefante"; Jackson afirmou que a história era "uma completa mentira". Essas histórias inspiraram o apelido depreciativo "Wacko Jacko", que foi atribuído a Jackson em 1986. Ele detestava o apelido. Outra resposta frequente da mídia era sobre as cirurgias plásticas de Jackson. O empresário de Jackson disse sobre as críticas da mídia em relação ao tema: "Tantas coisas terríveis foram escritas. Ok, então ele fez uma rinoplastia e corrigiu a fenda palatina — grande coisa. Tenho uma notícia para vocês: meu nariz já quebrou cinco vezes. Foi consertado duas vezes. Quem se importa? Quem liga? Elvis fez rinoplastia. Marilyn Monroe fez rinoplastia, fez implante de silicone? Todo mundo já fez alguma coisa."
A música foi vista como tendo um "tema de paranoia", um tema que Jackson frequentemente usava em álbuns de estúdio anteriores. A revista The Atlantic considerou que Jackson demonstrava "expressões óbvias de desconfiança" na música e que esta era uma das várias canções em que a "solidão persistente em sua música" era "proeminente".
No Brasil, foi lançado um Disco Mix do single de 3 faixas, informando que "Leave Me Alone" vinha do filme Moonwalker, sucesso nos cinemas.
12" Single
"Leave Me Alone" – 4:40
"Don't Stop 'Til You Get Enough" – 6:04
"Human Nature" – 4:05
Titãs Volume Dois Box DVD + CD Coleção Dose Dupla 2005 Luva
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Volume Dois foi lançado em 1998. Trata-se de uma sequência em estúdio do Acústico MTV, gravado e lançado no ano anterior (por isso o título Volume Dois), e conta com músicos da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Vendeu 1 milhão de cópias. Além de regravações de sucessos antigos, o álbum conta com um cover de Roberto Carlos, a faixa "É Preciso Saber Viver" e "Senhor Delegado/Eu Não Aguento", de Germano Mathias, com a participação especial do grupo Fat Family na mesma faixa, e mais seis canções inéditas: "Sua Impossível Chance", "Amanhã Não Se Sabe" (mais tarde regravada pela banda LS Jack), "Senhora e Senhor", "Caras Como Eu", "Era Uma Vez" e "Eu e Ela". São 16 faixas de estúdio. Nas apresentações finais da turnê do Acústico MTV, os Titãs já anunciavam que entrariam em estúdio para fazer mais um disco com versões acústicas de suas canções. Nas últimas apresentações da turnê a banda inclusive já tocava "É Preciso Saber Viver". Na época de lançamento do álbum, os membros Tony Bellotto e Paulo Miklos comentavam que a banda não queria se render ao eletrônico: "Somos uma banda de palco, gostamos de tocar. Não faz sentido, numa banda numerosa, ficar esperando a sequência de computador para então entrar com a guitarra. Isso aconteceu na época do Õ Blésq Blom (...) Acústico é a valorização das melodias, a 'coisa' eletrônica mais nos atrapalhou que ajudou". Sérgio Britto classificou o álbum como um "complemento" ao Acústico MTV, e não simplesmente um novo acústico, apontando também que as músicas ficaram mais leves, mas não necessariamente acústicas. As gravações do disco levaram 4 meses, um processo que Nando Reis mais tarde consideraria desgastante. A banda convidou novamente o produtor Liminha, visando repetir a qualidade de discos como Cabeça Dinossauro e Jesus Não Tem Dentes no País dos Banguelas (produzidos por ele), mas Nando considerou que o resultado final ficou aquém do esperado, citando que Liminha usou muito a então recente ferramenta do Pro Tools para praticamente refazer arranjos inteiros, chegando a regravar também alguns baixos seus, como em "Desordem". As gravações do álbum chegaram a ser pausadas momentaneamente quando a namorada do baterista Charles Gavin sofreu um sequestro. Também durante as gravações, Marcelo Fromer se ausentou por um mês para viajar à França e comentar a Copa do Mundo FIFA de 1998 para o canal SporTV. O sucesso "Sonífera Ilha" foi escolhido como abertura por ser "emblemática. Brega, tentado ser pop, inventiva", segundo Tony. Perguntado se a faixa "Caras Como Eu" era sobre sentir-se velho, o autor da mesma, Tony, respondeu: “Não, é natural, assim, depois de tanto tempo tocando com os Titãs, eu já tenho 38 anos e vários filhos. É natural que uma hora você comece a pensar nisso. Você vai ficando mais velho, já não tem 18 anos, e eu pensei muito, quando estava fazendo a música, nos Titãs. A gente está junto há 16 anos. Era diferente quando a gente começou, o tempo mudou, todos nós já somos diferentes, mas o espírito continua o mesmo. O amor que sentimos pelo nosso serviço continua o mesmo. A música fala um pouco sobre isso. Agora, é claro que o tempo vai passando, e você vai sentindo algumas mudanças, algumas limitações, e ao mesmo tempo, também, as novas descobertas, e tal. Mas a música fala um pouco sobre isso, de estar envelhecendo e perceber isso. ” Perguntado também se a faixa era uma despedida, ele respondeu: “ (...) Não é, de maneira alguma, uma despedida. Pelo contrário, pode ser até um disco ao contrário, como um recomeço, a gente exercitando a capacidade de compor, de criar música de uma maneira adequada ao que a gente está sentindo, ao momento, à idade. Não que você vá fazer uma música porque você é mais velho ou mais novo, mas é poder dizer o que você está querendo dizer. O que você está pensando sobre a vida, ter essa liberdade. A gente sempre se deu esse direito. Então, nesse sentido, ela afirma uma novidade como qualquer outra composição nossa. Acho que uma despedida não seria uma música. A nossa despedida provavelmente será silenciosa, não vai ser fazendo música. ” O CD foi apresentado à imprensa em uma coletiva realizada no restaurante Terraço Itália. Uma turnê de divulgação se sucedeu ao lançamento, com shows divididos em três blocos: um eletroacústico, um acústico, e um mais voltado para o rock, com sucessos antigos que não chegaram a ser aproveitados no disco. Em dezembro de 1998, o álbum já havia atingido a marca de 500 mil cópias vendidas. Repetindo o êxito de seu antecessor em 1997, foi eleito pelos leitores da Folha como o melhor disco e show de 1998. O DVD Titãs Volume Dois Ao Vivo registra os shows da banda realizados no Olympia, em São Paulo, nos dias 30 e 31 de outubro de 1998. O projeto traz 25 sucessos e canções do disco homônimo. Além do show, o DVD, que teve a supervisão de Charles Gavin e Branco Mello, traz entrevistas, vídeo clip e uma galeria de fotos com imagens de várias fases da banda.
terça-feira, 4 de agosto de 2026
Rádio Portátil AM FM CD Player Sony CFD S400 Mega Bass
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O Sony CFD-S400 é um rádio portátil dos anos 90 que inclui leitor de CD, gravador e reprodutor de fita cassete (tape deck), e rádio AM/FM.LP Engenheiros Do Hawaii Ouça O Que Eu Digo Não Ouça Ninguém
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Ouça O Que Eu Digo: Não Ouça Ninguém é o terceiro álbum de estúdio da banda Engenheiros do Hawaii. O disco foi gravado em julho e agosto de 1988, nos estúdios RCA, em São Paulo, e lançado em dezembro do mesmo ano pela gravadora BMG através do selo Plug, um selo que havia sido criado no ano anterior para lançamentos de bandas nacionais de rock dentro da gravadora RCA. Após a compra desta pela BMG, o selo teria vida curta já que poucas bandas lançariam sucessos e o selo era, assim, deficitário. O álbum apresenta características de continuidade em relação ao seu antecessor, trazendo a banda com uma sonoridade diversificada e, ao mesmo tempo, representa uma guinada na direção de um som mais próximo ao de power trios clássicos, com mais peso e distorção na guitarra e com arranjos mais simples e coesos. Durante a turnê do disco anterior, a Infinita Tour, a banda foi ganhando muito mais coesão, com Humberto acostumando-se ao seu novo instrumento e Augusto acostumando-se a tocar em uma formação de power trio. Também, foi nesta turnê que Augusto desenvolveu sua persona de palco, passando a utilizar camisas abotoadas até o pescoço, gel nos cabelos penteados para trás e óculos de armação grossa - em um estilo que ele mesmo compara a Clark Kent, o alterego do personagem dos quadrinhos da DC Comics, o superman. O grande momento de virada para a banda foi o show na terceira edição do festival Alternativa Nativa. Ele aconteceu no dia 16 de julho - durante as gravações do disco - e os Engenheiros abririam para o Capital Inicial. Entretanto, o que aconteceu foi que a apresentação deles foi muito boa e energética e, no dia seguinte, toda a imprensa publicou que eles haviam engolido a atração principal. Muito significativa foi uma reportagem do Jornal do Brasil, chamada "Vitória dos Dândis". Enquanto a banda ainda fazia shows da última turnê e, também, para a gravação deste disco, Augusto desfez-se do seu amplificador Fender Twin Reverb e adquiriu um modelo da Mesa Boogie, que era considerado mais versátil e capaz de produzir tanto sons limpos quanto distorções pesadas. Assim, Licks poderia utilizar-se de pedais para alternar entre os sons, o que facilitava na hora de tocar ao vivo. Também, este é o primeiro disco em que Humberto traz as ideias de arranjo - inclusive de bateria - praticamente prontas, gravadas em uma fita. Ao final, apenas duas músicas entre as ensaiadas ficaram de fora do disco: "Palitos de Fósforo" chegou a ser gravada, mas teve problemas com Carlos e Humberto acelerando o andamento, o que impossibilitou que o vocal fosse gravado e levou a banda a desistir da canção; "Visão", música e letra de Augusto, só chegou a ser ensaiada, não tendo havido tentativa de gravá-la. As gravações se deram nos meses de julho e agosto. Após, o produtor propôs que o álbum fosse mixado em Los Angeles, mas o grupo escolheu mixá-lo nos estúdios da Som Livre, no Rio de Janeiro. O projeto gráfico da capa ficou a cargo do baterista, Carlos Maltz. A ideia era utilizar fontes góticas em um fundo vermelho com símbolos pretos e dourados para remeter a uma estética do Terceiro Reich, mas substituindo uma eventual suástica pelo símbolo hippie da paz. Assim, sugeria-se que até mesmo uma cultura que pregava "paz e amor", com um conceito bem-intencionado e libertário, poderia ser reapropriada para fins totalitários. Neste sentido, a capa era inspirada pelo conceito do filme Pink Floyd – The Wall: um artista pop que vai se afastando cada vez mais da realidade e que leva uma multidão de fãs a segui-lo em uma aventura totalitária. Entretanto, poucas pessoas perceberam as intenções do grupo. A contracapa acabou chamando mais a atenção por ser uma autorreferência à contracapa do álbum anterior, cuja imagem fazia parte também daquela, o que mostrava que esta era uma intenção do grupo: chamar a atenção para a característica de produto que o disco tinha, isto é, para a sua produção em série. Assim, também, o duplo sentido das engrenagens: remetiam ao nome da banda, mas, ao mesmo tempo, faziam referência a linhas de montagem. Tudo isso corroborava a postura da banda de tentar não se levar muito a sério e de se assumir como um produto. Por último, foi notado pelos biógrafos como é neste disco que um mapa do Brasil substituiu o cenário bucólico do Pampa no fundo das fotos do álbum - como se deu nos dois primeiros discos - antecipando a mudança do grupo para o Rio e a nacionalização da banda. A faixa-título inicia com diálogos inaudíveis que são interrompidos pela risada de Gessinger. Trata-se da gravação de uma conversa entre Humberto e Maluly com este último dizendo ofensas e palavrões a um funcionário da gravadora - o que fez com que Gessinger risse. "Sob o Tapete" é a primeira parceria entre Humberto e Augusto. Em um ensaio em Porto Alegre, Gessinger entregou uma folha datilografada com uma letra para Licks. No ensaio seguinte, o guitarrista trouxe a folha musicada, inclusive com uma linha de baixo. Lado A 1. "Ouça o que Eu Digo: Não Ouça Ninguém" 3:04 2. "Cidade em Chamas" 3:13 3. "Somos Quem Podemos Ser" 2:38 4. "Sob o Tapete" Humberto Gessinger / Augusto Licks 3:20 5. "Desde Quando?" 2:28 6. "Nunca se Sabe" 3:11 Lado B 1. "A Verdade a Ver Navios" 2:59 2. "Tribos e Tribunais" Humberto Gessinger / Augusto Licks 3:41 3. "Pra Entender" 2:49 4. "Quem Diria?" 3:07 5. "Variações sobre um Mesmo Tema" Humberto Gessinger / Augusto Licks 5:18 Duração total: 35:54sábado, 1 de agosto de 2026
2 Fitas VHS Star Wars A Ameaça Fantasma / Ataque Dos Clones
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ORIGINAIS EPISÓDIO I - A AMEAÇA FANTASMA - 2000 - LEGENDADO EPISÓDIO II - ATAQUE DOS CLONES - 2002 - LEGENDADOsexta-feira, 31 de julho de 2026
LP Iron Maiden A Real Dead One Disco Vinil Gatefold 1993
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A Real Dead One é um álbum ao vivo do Iron Maiden, lançado em 18 de outubro de 1993. Foi gravado em vários shows pela Europa, durante a Fear Of The Dark Tour em 1992 e a Real Live Tour em 1993. Apresenta músicas desde o início da carreira da banda (1975) até a era Powerslave (1984), enquanto o álbum complementar A Real Live One contém músicas apenas dos álbuns pós-Powerslave. Quando o Maiden relançou todos os seus álbuns anteriores ao The X Factor em 1998, este álbum foi combinado com A Real Live One para formar o álbum duplo A Real Live Dead One. A capa é do artista de longa data do Maiden, Derek Riggs, e retrata Eddie como um DJ no inferno. 1. "The Number of the Beast" (25 August 1992) Valby-Hallen – Copenhagen, Denmark 4:54 2. "The Trooper" (27 August 1992) Ice Hall – Helsinki, Finland 3:55 3. "Prowler" (30 April 1993) Palaghiaccio di Marino – Marino, Italy 4:15 4. "Transylvania" (17 April 1993) Grugahalle – Essen, Germany 4:25 5. "Remember Tomorrow" (17 April 1993) HarrisPaul Di'Anno Grugahalle – Essen, Germany 5:52 6. "Where Eagles Dare" (9 April 1993) Rijnhal – Arnhem, Netherlands 4:49 7. "Sanctuary" (27 May 1993) HarrisMurrayDi'Anno Patinoire du Littoral – Neuchâtel, Switzerland 4:53 8. "Running Free" (27 May 1993) HarrisDi'Anno Patinoire du Littoral – Neuchâtel, Switzerland 3:48 9. "Run to the Hills" (5 April 1993) Ostravar Aréna – Ostrava, Czech Republic 3:57 10. "2 Minutes to Midnight" (10 April 1993) Adrian SmithBruce Dickinson Élysée Montmartre – Paris, France 5:37 11. "Iron Maiden" (27 August 1992) Ice Hall – Helsinki, Finland 5:24 12. "Hallowed Be Thy Name" (4 June 1993) Olympic Stadium – Moscow, Russia 7:51 Total length: 59:40
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