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Black Sabbath – Pop Giants Vol. 9 é uma rara coletânea em vinil, exclusiva para o Brasil, lançada em 1974 pela Vertigo Records. Ela funciona como uma coletânea de "greatest hits" do heavy metal, reunindo faixas icônicas de seus álbuns seminais Paranoid e Master Of Reality. Por ter sido lançada apenas no Brasil, esta coletânea tornou-se um item de colecionador muito procurado pelos fãs do Black Sabbath. Cópias físicas originais (classificadas pela condição da capa e da mídia) aparecem frequentemente no mercado secundário. Paranoid Sweet Leaf Lord Of This World Hand Of Doom Children Of The Grave Iron Man Orchid Electric Funeral After Forever War Pigs
Verita's Sound And Vision, venda online de CD's, Blu Ray's, UMD's e DVD's musicais nacionais e importados, novos e usados, para colecionadores. Trabalhamos com quadrinhos, filmes, discos de vinil, action figures, brinquedos, compactos, VHS, fitas cassete (K7), games, livros, álbuns de figurinhas, picture discs, box sets, merchandising oficial, singles, edições limitadas e materiais fora de catálogo e raros. Anúncios dos produtos no Mercado Livre e Shopee!
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sábado, 27 de junho de 2026
sexta-feira, 26 de junho de 2026
Box The Lord Of The Rings The Motion Picture Trilogy Special Extended 12 DVD's Edition
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IMPORTADO DOS EUA SEM ÁUDIO OU LEGENDAS EM PORTUGUÊS
Os DVDs da trilogia The Lord Of The Rings: The Motion Picture Trilogy Special Extended Edition são famosos por seu conteúdo de bastidores massivo e detalhado, conhecido como "The Appendices". O box de 12 discos inclui, além das versões estendidas dos filmes, um vasto material extra estruturado em 9 discos bônus (3 para cada filme).
Esta Edição Especial Estendida de O Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel é uma versão única do filme, especialmente criada para este DVD. Sem restrições quanto ao tempo de duração de sua obra, o diretor Peter Jackson estendeu o filme em mais de 30 minutos - podendo desenvolver mais os personagens, acrescentar mais humor, mais história e mais do mundo de J.R.R. Tolkien. Porém, melhor do que simplesmente inserir cenas deletadas, Jackson trabalhou esta Versão Estendida como se estivesse criando toda uma nova versão do filme. Ele e o editor, John Gilbert, avaliaram cuidadosamente os materiais a serem integrados ao filme e então trabalharam duro para conferirem à cada cena o mesmo acabamento dado ao resto do filme - efeitos visuais foram completados, diálogos foram gravados e efeitos sonoros foram criados. Para garantir que todas as cenas fluíssem bem, Howard Shore compôs e gravou uma nova trilha com a Orquestra Filarmônica de Londres. Um documentário em vídeo registrou diariamente todo o período de filmagem principal. Cada rascunho, pintura, objeto de cena, figurino, maquiagem e teste foram preservados. Muitos departamentos registraram em vídeo tudo que puderam, desde os primeiros encontros para discutir o design de produção, visitas às locações, à construção dos sets, miniaturas e criaturas. Horas de entrevistas foram realizadas especialmente para este DVD e envolveram cada departamento que atuou nestes filmes.
Em As Duas Torres, o segundo filme da Trilogia, 43 minutos de cenas novas e estendidas foram adicionados, incluindo 200 novos efeitos visuais e uma nova trilha assinada pelo compositor Howard Shore.
Assim como em O Senhor dos Anéis - As Duas Torres continuam as aventuras da Trilogia, os Apêndices da Edição Especial Estendida em DVD continuam a explorar e a explicar como esses filmes foram feitos.
Mais de 100 entrevistas abrangentes com elenco e equipe foram conduzidas especialmente para os Apêndices de As Duas Torres, fornecendo uma ampla perspectiva em primeira mão sobre a realização deste longa-metragem.
Ressaltando Os Apêndices existe um documentário inteiro totalmente dedicado à criação de Gollum. Este featurette nunca visto antes detalha cada aspecto do processo de filmagem exigido para trazer este inesquecível personagem à vida.
A embalagem para este DVD foi concebida graças a uma colaboração próxima entre os realizadores e os artistas, e inclui esquetes conceituais do começo ao fim. Também está inclusa neste pack uma nova e exclusiva pintura assinada pelo artista Alan Lee, que captura o momento em que Gandalf ressurge na Floresta de Fangorn.
Para criar esta versão estendida, O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei, Jackson e seus editores simplesmente não remendaram as cenas que foram cortadas da produção original. Eles abordaram esta versão do filme como se eles estivessem criando um longa-metragem pela primeira vez com 48 minutos a mais do original.
Somado a isso, mais de 350 novas efeitos foram incorporados a esta nova versão. E, assim como em A Sociedade do Anel e As Duas Torres, Howard Shore compôs música adicional especialmente para as seqüencias extras.
Assim como ocorreu com as duas primeiras edições estendidas da trilogia, os Apêndices de O Retorno do Rei contém várias horas de comentários, documentários e entrevistas com o diretor Peter Jackson, os co-roteiristas, o elenco e as equipes de produção e de design falando sobre tudo, desde a adaptação do livro para o roteiro à transformação da Nova Zelândia na Terra-média. Um dos emocionantes destaques dos Apêndices é o documentário mostrando o elenco dando um apaixonado adeus à Terra-média e aos personagens que eles interpretaram.
LP Queensryche Rage For Order 1986 Disco Vinil Com Encarte
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Rage For Order é o segundo álbum de estúdio da banda americana de metal progressivo Queensrÿche, lançado em 27 de junho de 1986. A equipe de gerenciamento da banda insistiu que o Queensrÿche adotasse uma imagem mais associada ao glam rock, glam metal ou gothic metal. Como resultado, as fotos promocionais e a arte da capa do álbum retratavam os membros da banda usando gabardinas, maquiagem carregada e permanentes. O cover da música "Gonna Get Close To You", de Dalbello, foi escolhido como o primeiro single do álbum. Algumas faixas gravadas durante as sessões de Rage For Order não foram usadas no álbum. "Prophecy" foi lançada como lado B de "Gonna Get Close To You" e posteriormente incluída na reedição de 1988 do EP Queensrÿche e na reedição de 2003 de The Warning. Outras músicas como "From The Darkside" e "The Dream" permaneceram como demos. A banda também havia escrito "Rage For Order" como faixa-título. Embora não tenha sido incluída no álbum, o riff principal dessa música foi incorporado a uma peça instrumental tocada em alguns shows da turnê de divulgação do álbum e, eventualmente, se transformou na faixa "Anarchy—X" do álbum Operation: Mindcrime, lançado em 1988. Apesar da ênfase da banda em teclados e truques de tecnologia digital, como o "delay reverso", Rage For Order foi gravado e mixado em analógico. Em um pequeno documentário para a televisão exibido em 1986, Scott Rockenfield afirmou que a bateria foi gravada em um galpão de pedra usando os estúdios de gravação Le Mobile. Michael Wilton disse que, para obter um som de guitarra com o qual estivessem satisfeitos, eles "usaram dois amplificadores Marshall antigos que estavam prestes a explodir", utilizando um Variac que fazia os transformadores trabalharem mais. Musicalmente, Rage For Order foi descrito como um álbum de heavy metal, metal progressivo e glam metal. Rage For Order era mais progressivo do que os lançamentos anteriores da banda, com uma estrutura musical complexa e em camadas que emprega uma abordagem de duas guitarras, mas também trouxe os teclados para a frente na mixagem. Liricamente, o álbum explorou temas sociais/pessoais, políticos e tecnológicos, entre outros, destacando os perigos da inteligência artificial e da intrusão governamental. O conceito de robótica foi enfatizado através do uso de ritmos staccato e efeitos vocais, como um eco reverso. Rage For Order foi a primeira capa de álbum do Queensrÿche a apresentar de forma proeminente o logotipo Tri-Ryche da banda, como quase todas as capas de álbuns posteriores fariam, cada vez com mudanças sutis feitas no logotipo. Embora não creditado, a capa foi desenhada pelo falecido jornalista de metal e rock nascido na Inglaterra, Garry Sharpe-Young, que mais tarde também fundou a MusicMight. Originalmente, a ideia era que fosse lançado como um picture disc de 12 polegadas, que nunca se concretizou, mas foi usado pela EMI-America sem autorização para a capa do álbum. Algumas milhares de cópias iniciais apresentavam uma faixa azul-prateada que foi posteriormente alterada para preto, a fim de facilitar a leitura do artista e do título. A edição original em cassete também teve todos os detalhes dourados da capa alterados para branco. Os CDs com a capa de anel azul são ainda mais raros. Apenas algumas centenas de cópias foram impressas antes da mudança do anel para preto. Side one 1. "Walk in the Shadows" Chris DeGarmo, Geoff Tate, Michael Wilton 3:32 2. "I Dream in Infrared" Tate, Wilton 4:19 3. "The Whisper" DeGarmo 3:35 4. "Gonna Get Close to You" (Dalbello cover) Lisa Dalbello 4:37 5. "The Killing Words" DeGarmo, Tate 3:56 6. "Surgical Strike" DeGarmo, Wilton 3:20 Side two 7. "Neue Regel" DeGarmo, Tate 5:05 8. "Chemical Youth (We Are Rebellion)" Tate, Wilton 4:06 9. "London" DeGarmo, Tate, Wilton 5:04 10. "Screaming in Digital" DeGarmo, Tate, Wilton 3:39 11. "I Will Remember" DeGarmo 4:24quarta-feira, 24 de junho de 2026
LP Black Sabbath Com Glenn Hughes Seventh Star Vinil 1986
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Seventh Star é o décimo segundo álbum de estúdio do Black Sabbath. Lançado em 20 de janeiro de 1986 nos Estados Unidos e em 21 de fevereiro de 1986 no Reino Unido, apresenta o guitarrista fundador Tony Iommi, juntamente com os músicos Geoff Nicholls, Eric Singer e Dave Spitz, tocando teclados, bateria e baixo, respectivamente, e Glenn Hughes, ex-vocalista do Deep Purple e ex-Trapeze, como vocalista principal. O álbum foi o primeiro lançamento do grupo sem o baixista e principal letrista Geezer Butler, que deixou a banda em 1984 após a turnê Born Again. Originalmente, foi escrito, gravado e concebido como o primeiro álbum solo de Iommi. Devido à pressão da Warner Bros. Records e à insistência do empresário da banda, Don Arden, o disco foi lançado como Black Sabbath featuring Tony Iommi.
Assim como seu antecessor, Born Again, este álbum não foi concebido como um disco do Black Sabbath. A pressão de última hora da Warner Bros. surgiu da crença de que venderia mais com o nome famoso da banda. Seu som representa um afastamento drástico (e intencional) do som característico do Sabbath. Muitas das músicas têm uma sonoridade hard rock, enquanto algumas contêm uma pegada blues (especialmente "Heart Like A Wheel"). Seventh Star foi o primeiro álbum a contar com o tecladista de longa data Geoff Nicholls como membro oficial da banda.
"Parecia que a banda estava em seus últimos suspiros e eu me compadeci muito com Tony", relembrou o ex-baterista Bill Ward. "Eu pensei: 'Meu Deus, quanto mais ele aguenta?' ou 'Quanto mais ele quer?'... O que eu vi foi uma grande banda que, na minha opinião, estava se desfazendo."
A versão promocional e o videoclipe de "No Stranger To Love" receberam vocais de apoio adicionais de Hughes para torná-la mais "radiofônica". A atriz Denise Crosby, que mais tarde interpretaria Tasha Yar em Star Trek: A Nova Geração, participou do videoclipe.
A turnê do álbum contou com Hughes apenas nos primeiros shows. Ele foi demitido após cinco datas e substituído por Ray Gillen, que completou as etapas norte-americana e europeia da turnê, embora várias datas nos EUA tenham sido canceladas. W.A.S.P. e Anthrax foram as bandas de abertura na turnê norte-americana.
Hughes apresentou "No Stranger To Love", "Seventh Star" e "Heart Like A Wheel" em alguns de seus shows ao vivo. "Eu gosto muito de 'Seventh Star'", disse Tony Martin ao fanzine do Black Sabbath, Southern Cross, "principalmente porque admiro a voz de Glenn Hughes."
Side A
1. "In for the Kill" 3:42
2. "No Stranger to Love" 4:29
3. "Turn to Stone" 3:30
4. "Sphinx (The Guardian)" 1:11
5. "Seventh Star" 5:21
Side B
6. "Danger Zone" 4:25
7. "Heart Like a Wheel" 6:38
8. "Angry Heart" 3:06
9. "In Memory..." 2:35
terça-feira, 23 de junho de 2026
DVD 2006 Filme Risco Total Stallone Dublagem Clássica TV 2.0
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O DVD de Risco Total lançado em 2006 no Brasil é fruto de uma parceria de distribuição entre a Flashstar Home Video e o estúdio europeu StudioCanal. Dublagem Incluída: Apresenta a 1ª Dublagem Clássica realizada pela Herbert Richers. Ela traz o icônico Luiz Feier Motta dando voz a Sylvester Stallone. Áudio: Português 2.0 Stereosegunda-feira, 22 de junho de 2026
Fita VHS Original Doc Garrincha Alegria Do Povo Globo Vídeo
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Garrincha, Alegria Do Povo é um documentário brasileiro de 1962 dirigido por Joaquim Pedro de Andrade sobre o futebolista Manuel Francisco dos Santos, o Mané Garrincha. Com duração de 58 minutos e com registros em preto e branco, o filme foi realizado durante o auge da carreira do jogador, consagrado no Botafogo de Futebol e Regatas, onde eternizou a camisa número 7, e também como um dos mais importantes atletas da Seleção Brasileira de Futebol campeã mundial nas Copas de 1958 e 1962. A obra foi selecionada para a 13ª edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim, em 1963. Com o tempo, o filme original deteriorou-se, mas ganhou uma versão restaurada, que foi apresentada para a 63ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, em 2006. O filme alterna imagens de Garrincha em ação no Botafogo e na Seleção Brasileira, com algumas cenas do cotidiano, a rotina de treinos no Botafogo e a preparação do time para entrar em campo (com aparições dos jogadores da época, como Zagallo, Jairzinho e o goleiro Manga). Garrincha aparece comprando discos na cidade do Rio e depois dançando ao som deles com algumas das suas sete filhas na época ou passeando na sua terra natal, em Pau Grande, distrito de Magé (RJ). Acompanhando as imagens, o narrador Heron Domingues conta fatos sobre a vida do jogador, como o dele morar em uma casa cedida pela indústria de tecidos no qual Garrincha e toda a comunidade de Pau-Grande trabalhara ou trabalha. Garrincha é descrito como tendo sido um mau operário, que conseguia dormir mesmo com o barulho das máquinas, mas que não era despedido porque nos fins-de-semana era o destaque nos jogos do time de futebol da fábrica. A narração enfatiza também a história de que Garrincha só soube que suas pernas eram tortas ao ler sobre isso nos jornais. Com rápidos depoimentos de Garrincha sobre a fama que conquistou, e do médico que descreve a anormalidade no seu joelho, o grande destaque do documentário são as cenas clássicas do craque em campo, seus dribles desconcertantes e seus belos gols defendendo o Botafogo e a Seleção Brasileira de Futebol nos Mundiais. Foi o primeiro documentário brasileiro sobre um esportista e ganhou o "Prêmio Carlos Alberto Chieza", Festival de Cortina D'Ampezzo, Itália 64.Fita VHS Original Selada Filme Doc Isto É Pelé Globo Vídeo
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Isto É Pelé é um documentário brasileiro de 1974 dirigido por Eduardo Escorel e Luiz Carlos Barreto, com roteiro de Eduardo Escorel. Pelé aparece na época das filmagens, correndo nas praias de Santos, orientando os jogadores infantis do Santos Futebol Clube, fazendo exames médicos no clube e praticando atletismo. Nas cenas de arquivo sobre a sua carreira de futebolista, as primeiras imagens mostram sua "volta olímpica" no Maracanã, quando de sua despedida da Seleção Brasileira em 1971. A seguir, aparece a Copa Do Mundo de 1958, mostrando em detalhes seus gols e jogadas principalmente na semifinal com a França e na final com a Suécia. Pelé, contudo, destaca seu gol contra o País de Gales que, segundo ele, lhe deu confiança para jogar como titular da seleção brasileira. As Copas seguintes são mostradas também, principalmente a do México. Pelo Santos, aparecem vários gols, especialmente o de número mil marcado em 1969 e a final com o Benfica em 1962. Além dos gols e das grandes jogadas, algumas cenas da violência em campo como a fratura do jogador da Alemanha em um jogo contra a seleção brasileira. Mas os gols e as jogadas exibidas não são só de Pelé: a brilhante participação de Garrincha nas Copas recebe bastante destaque, além dos gols e jogadas de outros futebolistas e até um gol em cobrança de falta de Ademir da Guia em jogo do Palmeiras. O documentário encerra com mais imagens das despedidas de Pelé em 1971 e o seu belo gol na última partida (comemorativa) de Garrincha em 1973. Produzido pela Rede Globo, foram utilizadas imagens de arquivo das Copas do Mundo das quais Pelé participou, do Canal 100 e fotos das revistas brasileiras Manchete, O Cruzeiro e do Jornal do Brasil.
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