Procure Seu Produto

segunda-feira, 17 de outubro de 2022

LP Duplo Red Hot Chili Peppers Blood Sugar Sex Magik 1991

 CLIQUE AQUI PARA O PRODUTO





Blood Sugar Sex Magik é o quinto álbum de estúdio do Red Hot Chili Peppers, lançado no dia 24 de setembro de 1991, sendo um dos mais aclamados álbuns do rock alternativo. Foi produzido por Rick Rubin e é o primeiro trabalho da banda lançado pela Warner Bros. Records. Os estilos musicais da obra diferem notadamente das técnicas empregadas no álbum anterior, Mother's Milk e contou com pouco uso de riffs do heavy metal. Suas letras abordam temas como insinuações sexuais e referências a drogas e morte, bem como temas de luxúria, preconceito e relacionamentos frustrados do vocalista Anthony Kiedis com algumas mulheres.
Blood Sugar Sex Magik é reconhecido como um componente influente da ascensão do rock alternativo no início da década de 1990 e foi a introdução do Red Hot Chili Peppers em popularidade mundial. Curiosamente foi lançado no mesmo dia do álbum Nevermind do Nirvana.

1. "The Power of Equality" 4:03
2. "If You Have to Ask" 3:37
3. "Breaking the Girl" 4:55
4. "Funky Monks" 5:23
5. "Suck My Kiss" 3:37
6. "I Could Have Lied" 4:04
7. "Mellowship Slinky in B Major" 4:00
8. "The Righteous and the Wicked" 4:08
9. "Give It Away" 4:43
10. "Blood Sugar Sex Magik" 4:32
11. "Under the Bridge" 4:24
12. "Naked in the Rain" 4:26
13. "Apache Rose Peacock" 4:43
14. "The Greeting Song" 3:14
15. "My Lovely Man" 4:39
16. "Sir Psycho Sexy" 8:17
17. "They're Red Hot" 1:11
Duração total:
73:55

LP Alice In Chains Facelift Original 1990 Vinil Com Encarte

CLIQUE AQUI PARA O PRODUTO




COM ENCARTE

Facelift é o álbum de estreia do Alice in Chains, após eles assinarem contrato com a gravadora Columbia Records, em 1989. Foi lançado em 21 de agosto de 1990 e emplacou a banda ao sucesso antes mesmo de bandas como o Nirvana e Pearl Jam popularizarem o grunge pelo mundo.
Facelift foi um marco e está entre os principais discos do movimento grunge, formado por canções cheias de significado latente de emoções e sentimentos, unidos ao instrumental e vocais característicos da banda.
Após sua formação em 1987, apresentavam um som glam rock e passaram por modificações quanto ao nome e posteriormente o enfoque da banda, o Alice in Chains já possuía uma base de fãs em Seattle, Washington, e com o crescente interesse de gravadoras pela cena local após bandas como Soundgarden e Mother Love Bone terem assinado contrato, o Alice in Chains logo chamou a atenção.
Em 1989, o grupo entrava em estúdio para gravar seu primeiro álbum, a ser lançado de forma independente. Durante as gravações, foram abordados pelas empresárias Susan Silver e Kelly Curtis que prometeram que consiguiriam suprir as intenções da banda em assinar contrato com uma grande gravadora. Vários representantes de gravadoras vieram a um concerto da banda em que o vocalista Layne Staley os espantou, exceto um: Nick Terzo, da Columbia Records. Pouco depois a banda assinava com a gravadora e entrava em estúdio para gravar seu álbum de estreia.
O título original do álbum era Gash, que foi recusado por parte da gravadora. Então, foi escolhido o nome Facelift devido ao fato de muitas das canções escritas pelo Alice in Chains anteriores a gravação do álbum terem sido excluídas no estúdio e sucedidas por canções que se distinguiam drasticamente em estilo àquelas originalmente planejadas para o álbum.

"We Die Young" (Cantrell) – 2:32
"Man in the Box" (Staley/Cantrell) – 4:46
"Sea of Sorrow" (Cantrell) – 5:49
"Bleed the Freak" (Cantrell) – 4:01
"I Can't Remember" (Staley/Cantrell) – 3:42
"Love, Hate, Love" (Staley/Cantrell) – 6:26
"It Ain't Like That" (Cantrell/Starr/Kinney) – 4:37
"Sunshine" (Cantrell) – 4:44
"Put You Down" (Cantrell) – 3:16
"Confusion" (Staley/Cantrell/Starr) – 5:44
"I Know Somethin' ('Bout You)" (Cantrell) – 4:21
"Real Thing" (Cantrell/Staley) – 4:03

quinta-feira, 13 de outubro de 2022

HQ's Batman 5 Edições Especiais Encadernadas Quadrinhos

 CLIQUE AQUI PARA O PRODUTO


Batman - O Cavaleiro das Trevas (2ª Edição) - 1989

Frank Miller, Lynn Varley e Klaus Janson foram os responsáveis por esta fantástica obra de arte na qual assistimos a visão de mundo de Miller em que Bruce Wayne abandonou o manto há muitos anos e a sociedade se tornou um caos total. Em verdade o que vemos é uma análise minuciosa da alma e psiquê de um homem que se dedicou inteiramente a caçada ao crime e basicamente tinha aquilo como sua vida e sua obsessão, e agora, aos cinquenta e tantos anos, já não tem mais isso.
Neste contexto, todos os grandes vilões estão trancafiados em Arkham e o que impera nas ruas é a violência deflagrada pela gangue dos Mutantes, um grupo de jovens infratores totalmente sem controle e alucinados pela anarquia que se prenuncia.
Em Cavaleiro das Trevas, Batman é visto como um esquizofrênico, lutando para tentar conciliar ambas as vozes dentro de si, enquanto uma quer abandonar a vida de combate ao crime devido a morte de Jason Todd, a outra está cansada de ficar sem fazer nada, querendo sair pela noite e combater esta nova onda de criminosos.

Batman O Cálice - 2004

Um misterioso pacote endereçado a Thomas Wayne chega para seu filho, Bruce.
É uma antiga caixa contendo um valioso objeto: o cálice que supostamente teria sido usado por Jesus Cristo em sua última ceia. Cientes da presença do sagrado item na Mansão Wayne, muitos inimigos do Batman partem para uma batalha de vida ou morte em busca do cálice guardado pelo Homem-Morcego.

Coringa Advogado Do Diabo - 1997

O Coringa vai ser executado por um crime que talvez não tenha cometido. Somente o Batman pode provar a verdade e a inocência, quem está por trás do crime. Será que Batman deve salvar a vida deste louco?

Batman - Dinastia Cavaleiro das Trevas - 2004

Dois homens-morcego e uma mulher-morcego combatem o crime e a injustiça, em uma saga heróica que percorre três milênios.

Batman Clássico - Bob Kane 1996

Neste livro estão publicadas as histórias a Gang das Fugas e o Coringa. Criadas na década de 40, marcam a aparição do grande inimigo Coringa e consolidam Batman como um dos super-heróis mais populares entre várias gerações. As histórias desta reedição histórica foram publicados na coleção Quadrinhos L PM, em 1987, num álbum de tiragem limitada. Os originais têm mais de 50 anos e foram reconstituídos para publicação em livro comemorativo. Apesar de reconstituídos, estes originais apresentam problemas de reprodução que, mesmo não prejudicando a leitura, se manifestam em várias páginas deste livro.

segunda-feira, 10 de outubro de 2022

LP Censurado + K7 Censurado As Aventuras Da Blitz 1982 + Compacto - EMI

CLIQUE AQUI PARA O PRODUTO










K7 COM AS DUAS ÚLTIMAS CANÇÕES CENSURADAS, GRAVADAS COMO OUVIDAS NO DISCO, RISCADAS, PULANDO

FOLHETO INFORMATIVO SOBRE O GIBI QUE ACOMPANHARIA A EDIÇÃO

Há 40 anos, uma banda iniciante lançou seu célebre primeiro disco, considerado o pontapé inicial do rock dos anos 1980. Mas, para a surpresa geral, ele possuía faixas totalmente arranhadas, o que levantou dúvidas sobre um possível erro de fábrica ou uma ação direta do governo federal.
Mas na verdade era um protesto. Um maravilhoso protesto da Blitz com seu 'As Aventuras da Blitz', um dos maiores sucessos daquela geração e que traz "Você não Soube me Amar" e "Mais uma de Amor".
Era 1982, três anos antes do ocaso da ditadura militar, e, apesar disso, uma coisa chamada DCDP (Departamento de Censura de Diversões Pública) ainda persistia nas instituições do país.
Desde a instauração pelos militares do Ato Institucional nº 5, 1968, que enrijeceu fortemente o regime, obras artísticas precisavam passar pelo crivo de agentes federais que decidiam o que era ou não "adequado" para a "moral e bons costumes" dos brasileiros.
E as duas últimas duas faixas do álbum, "Cruel Cruel Esquizofrenético Blues" e "Ela Quer Morar Comigo na Lua", acabaram sucumbindo ao sistema. O motivo? Ninguém sabia dizer ao certo.
Mas especula-se que:
1) "Cruel Cruel" chamou a atenção por empregar a palavra "peru" de forma dúbia. "E some com a tua paz/Que se foi como aquela empregada radical/que você mandou embora numa cena feia/depois da ceia na noite de Natal/Só porque ela pegou no peru do seu marido", diz a letra.
E, em outro trecho, há ainda a inclusão de um palavrão explícito: "Não agora não dá mais, ah puta que pariu".
2) Já em "Ela Quer Morar Comigo na Lua" Evandro Mesquita e Ricardo Barreto usavam uma frase ameaçadora: "Ô, ela diz que eu ando bundando".
E basicamente foi isso. Carimbo de censura no documento.
Segundo o livro "As Aventuras da Blitz" (Ediouro, 2009) censores não explicitaram os "problemas" das letras, que falavam da maneira mais simples e descontraída possível sobre ser jovem em um país jovem.
Como a data de lançamento definida pela gravadora EMI vinha se aproximando no mês setembro, não havia tempo hábil para tentar reverter a decisão na Justiça. O primeiro lote do LP já havia sido encomendado na fábrica.
Foi quando o produtor Mariozinho Rocha veio com a proposta: "E se gente riscasse manualmente as faixas censuradas na matriz do disco, como um manifesto contra a caretice do governo?".
"Foi uma resposta aos absurdos da censura, o feitiço virou contra o feiticeiro", disse ele no documentário "Blitz, o Filme" (2019).
Vandalizando a própria obra com pregos, a anárquica Blitz queria explicitar o quão fútil e paranoica era a intervenção de um governo que em 1982 ainda se incumbia de podar a liberdade de expressão do brasileiro.
Tal "desacato", é importante frisar, só foi possível ali, sem represálias, devido ao fato de o Brasil já atravessar um período de abertura política. Dezenas de outros artistas já haviam sido censurados anteriormente e ficado de mãos atadas.
"Por terem sido vetadas pela censura (D.C.P.D.), as últimas faixas do lado B foram intencionalmente inutilizadas", escrevia a banda. Já a versão lançada em fita K7, com expectativa de vendas muitíssimo inferior, apenas ignorava a censura, como se nada houvesse acontecido.
Mesmo com os avisos, houve quem não entendesse o recado e devolvesse o LP por defeito de fabricação. Outros, mais desavisados ainda, reclamavam que haviam quebrado a agulha tentando ouvir faixas riscadas. E havia os que simplesmente imaginam que os próprios militares haviam danificado o vinil a próprio punho.
"A gente sofreu uma porrada da ditadura e a censura na época era muito braba. [...] Mas aí, a gente teve a ideia de rabiscar a matriz do disco para passar aos nossos ouvintes a agressão que a gente sofreu", disse Evandro Mesquita no antigo programa Discoteca MTV
Estima-se que as primeiras 30 mil das 100 mil cópias vendidas foram produzidas dessa forma insólita, o que transformou a prensagem original de As Aventuras da Blitz' em um item ainda mais especial e colecionável.
Em tempo: as duas faixas censuradas não permaneceram inéditas por muito tempo. Já em 1983 foram lançadas em um compacto especial, que em Portugal chegou a acompanhar o disco. Anos depois, elas voltaram ao mundo em versão CD.
Curiosidade: antes do lançamento oficial e da intimidação da DCDP, algumas cópias saíram de fábrica em versão sem censura, incluindo as duas músicas "proibidas".

1. "Blitz Cabeluda" Antônio Pedro Fortuna/Evandro Mesquita/Ricardo Barreto 1:11
2. "Vai, Vai, Love" Evandro Mesquita/Ricardo Barreto 3:07
3. "De Manhã (Aventuras Submarinas)" Evandro Mesquita 3:37
4. "Vítima do Amor" Evandro Mesquita 2:39
5. "O Romance da Universitária Otária" Evandro Mesquita 2:10
6. "O Beijo da Mulher Aranha" Evandro Mesquita/Ricardo Barreto 3:04
7. "Totalmente em Prantos" Evandro Mesquita/Ricardo Barreto 2:13
8. "Eu Só Ando a Mil" Antônio Pedro Fortuna/Evandro Mesquita 3:00
9. "Mais Uma de Amor (Geme Geme)" Antônio Pedro Fortuna/Bernardo Vilhena/Ricardo Barreto 3:54
10. "Volta ao Mundo" Evandro Mesquita/Patrícia Travassos/Chacal 2:37
11. "Você Não Soube Me Amar" Evandro Mesquita/Ricardo Barreto/Guto/Zeca Mendigo 3:43
12. "Ela Quer Morar Comigo na Lua" Evandro Mesquita 2:36
13. "Cruel Cruel Esquizofrenético Blues" Evandro Mesquita/Ricardo Barreto 3:38"

"Você Não Soube Me Amar" foi lançada em formato de compacto (hoje equivalente ao single) em julho de 1982 como canção de estreia do grupo e para divulgação de seu primeiro álbum, As Aventuras da Blitz 1.
O hit foi um fenômeno de vendas, contando com 100 mil cópias vendidas em apenas três meses, além de ser tocada exaustivamente nas rádios, ficando nas paradas por diversas vezes. Pouco depois de lançado, o videoclipe da música foi transmitido no Fantástico, da Rede Globo. Foi a música mais tocada das rádios nacionais no verão de 1983 e fez parte da trilha nacional da novela Sol de Verão, também da Globo, exibida entre 1982 e 83.

LP Kiss Alive I I I Raro Disco Vinil Nacional Prensagem 1994

 CLIQUE AQUI PARA O PRODUTO


RARO DISCO DE VINIL DO KISS DE 1994. FOI O ANO DE CHEGADA DOS CDs E MUITOS LPs NÃO FORAM PRENSADOS NO BRASIL, OUTROS FORAM PRENSADOS EM PEQUENO NÚMERO, E ESTE É O CASO DO KISS ALIVE III.
ESTA PRENSAGEM ORIGINAL BRASILEIRA É MUITO PROCURADA POR COLECIONADORES NO BRASIL E EXTERIOR, POIS APENAS 02 OU 03 PAÍSES EDITARAM EM PEQUENO NÚMERO.

Alive III é um álbum ao vivo lançado pelo Kiss em 1993. É a terceira parte da série Alive. A gravação de Alive III ocorreu em várias datas (em Cleveland, Detroit e Indianápolis) durante a turnê da banda em 1992 em apoio ao Revenge.
Alive III foi o primeiro álbum ao vivo que a banda lançou desde Alive II de 1977, e as primeiras gravações ao vivo lançadas desde o filme de concerto Animalize Live Uncensored de 1984. A gravação de "I Was Made for Lovin' You" foi na verdade gravada em uma das passagens de som da banda, mas o público teve um overdubbed na música para fazê-la parecer "ao vivo", o que levou à especulação que as músicas do Alive III podiam ser overdubbed, como foi feito nos dois primeiros álbuns da série.
O álbum é o primeiro álbum ao vivo do Kiss lançado durante a era sem maquiagem do grupo, seguido por Kiss Unplugged em 1996. Durante a gravação de Alive II, o Kiss não queria duplicar músicas de Alive!, embora algumas músicas de Alive III sejam duplicadas de músicas de seus álbuns ao vivo anteriores, como "Rock and Roll All Nite". É também o primeiro álbum ao vivo do Kiss a apresentar uma formação diferente dos dois anteriores, que apresentavam a formação original.

1. "Creatures of the Night" Paul Stanley, Adam Mitchell Paul Stanley 4:40
2. "Deuce" Gene Simmons Gene Simmons 3:43
3. "I Just Wanna" Stanley, Vinnie Vincent Stanley 4:24
4. "Unholy" Simmons, Vincent Simmons 3:27
5. "Heaven's on Fire" Stanley, Desmond Child Stanley 4:15
6. "Watchin' You" Simmons Simmons 3:35
7. "Domino" Simmons Simmons 3:47
8. "I Was Made for Lovin' You" Stanley, Child, Vini Poncia Stanley 4:32
9. "I Still Love You" Stanley, Vincent Stanley 6:03
10. "Rock and Roll All Nite" Stanley, Simmons Simmons 3:32
11. "Lick It Up" Stanley, Vincent Stanley 4:18
12. "Forever" Stanley, Michael Bolton Stanley 3:53
13. "Take It Off" (bonus track) Stanley, Bob Ezrin, Kane Roberts Stanley 6:04
14. "I Love It Loud" Simmons, Vincent Simmons 3:20
15. "Detroit Rock City" Stanley, Ezrin Stanley 5:30
16. "God Gave Rock 'n' Roll to You II" Stanley, Simmons, Ezrin, Russ Ballard Stanley, Simmons 5:22
17. "Star-Spangled Banner" Francis Scott Key (instrumental) 2:40

LP Estreia Pearl Jam Ten 1991 Disco De Vinil Original Com Encarte

 CLIQUE AQUI PARA O PRODUTO 




Ten é o álbum de estreia do Pearl Jam, lançado em 27 de agosto de 1991 através da Epic Records. Após a saída do baixista Jeff Ament e do guitarrista Stone Gossard de seu grupo anterior Mother Love Bone, os dois recrutaram o vocalista Eddie Vedder, o guitarrista Mike McCready e o baterista Dave Krusen para formar o Pearl Jam em 1990. A maioria de suas canções começaram como jams instrumentais, a que Vedder adiciona letras sobre temas como depressão, desabrigados e abuso.
Ten não foi um sucesso imediato, mas no final de 1992 ele tinha alcançado o 2º lugar na parada Billboard 200. O álbum produziu três singles de sucesso: "Alive", "Even Flow" e "Jeremy", além da canção "Black", que não foi um single, mas também teve sucesso. Enquanto o Pearl Jam foi acusado de saltar para o grunge na época, Ten foi fundamental na popularização do rock alternativo no mainstream. O álbum foi certificado treze vezes platina pela RIAA nos Estados Unidos, e vendeu mais de 20 milhões de cópias em todo o mundo. É o álbum mais bem sucedido do Pearl Jam

quinta-feira, 6 de outubro de 2022

3 LP'S Kiss Primeiras Edições Nacionais Hotter Than Hell / Destroyer / Rock And Roll Over 1976 Discos Copacabana

CLIQUE AQUI PARA O PRODUTO




USADOS - CONSERVADOS

PRIMEIRAS EDIÇÕES NACIONAIS

LANÇADOS EM 1976 - GRAVADOS E AUTORIZADOS PELA CASABLANCA RECORDS

FABRICADO E DISTRIBUÍDO NO BRASIL PELA COPACABANA

CBPL9098 SELO DETETIVE AZUL / SELO CASABLANCA
CBPL 9105 SELO DETETIVE AZUL 
CBPL 9132 SELO CASABLANCA RECORD AND FILMWORKS



Hotter Than Hell é o segundo álbum de estúdio do Kiss, lançado em 22 de outubro de 1974 pela Casablanca Records. 
A equipe de produção de Kenny Kerner e Richie Wise, que havia produzido o primeiro álbum do grupo, foi novamente escolhida para o sucessor. A dupla havia acabado de se mudar para Los Angeles, e o Kiss fez a viagem até a costa oeste para começar a gravar, a primeira vez que a banda gravava fora de seu estado natal, Nova York. Os membros da banda, todos oriundos da cidade de Nova York, imediatamente desenvolveram uma aversão ao novo ambiente. A guitarra de Paul Stanley foi roubada em seu primeiro dia em Los Angeles. O título provisório do álbum era The Harder They Come.
Hotter Than Hell é mais sombrio que o primeiro álbum da banda. Isso se deve em parte aos valores de produção mais obscuros, mas também ao conteúdo lírico de algumas das músicas. "Goin' Blind", que detalha um romance fadado ao fracasso entre um homem de 93 anos e uma garota de 16, foi uma canção escrita por Simmons e Stephen Coronel durante sua época com o Wicked Lester. O título original era "Little Lady", e a letra original do segundo verso da música, resgatada por Simmons para sua apresentação no MTV Unplugged, bem como em Alive IV, sugere que o narrador da música é um capitão do mar falando com uma sereia.
Embora o álbum apresente duas músicas compostas e uma co-composta pelo guitarrista principal Ace Frehley, ele não cantou em nenhuma delas. A falta de confiança em suas habilidades vocais na época levou Frehley a delegar os vocais principais a outros membros da banda, com "Parasite" e "Strange Ways" ficando com Gene Simmons e Peter Criss, respectivamente. O solo de guitarra de Frehley em "Strange Ways" é considerado um dos seus melhores.
Hotter Than Hell apresentou muito mais overdubs do que o primeiro álbum. Embora Kerner e Wise quisessem produzir um disco que capturasse o Kiss como uma banda ao vivo, eles decidiram aproveitar a experiência que a banda havia adquirido como artistas de estúdio.
O álbum é bem conhecido por sua capa marcante desenhada por John Van Hamersveld. A capa apresentava obras de arte influenciadas pelo mangá japonês, e a contracapa mostrava fotos individuais da banda tiradas por Norman Seeff em uma festa selvagem e uma composição dos designs de maquiagem dos quatro membros da banda.
A sessão de fotos ocorreu em 18 de agosto de 1974, em Los Angeles.
Em 24 de agosto de 1974, Ace Frehley sofreu um acidente de carro. Um dia depois, outra sessão de fotos foi realizada com Seeff. Como Frehley tinha pontos no lado esquerdo do rosto, ele fez a sessão com apenas metade da maquiagem. Supostamente, fotos de ambas as sessões compuseram a capa do álbum.

Side one

1. "Got to Choose" Paul Stanley Stanley 3:54
2. "Parasite" Ace Frehley Gene Simmons 3:01
3. "Goin' Blind" Simmons, Stephen Coronel Simmons 3:36
4. "Hotter than Hell" Stanley Stanley 3:31
5. "Let Me Go, Rock 'n' Roll" Simmons, Stanley Simmons 2:14

Side two

1. "All the Way" Simmons Simmons 3:18
2. "Watchin' You" Simmons Simmons 3:43
3. "Mainline" Stanley Peter Criss 3:50
4. "Comin' Home" Frehley, Stanley Stanley 2:37
5. "Strange Ways" Frehley Criss 3:18

Destroyer é o quarto álbum de estúdio do Kiss, lançado em 15 de março de 1976 pela Casablanca Records nos Estados Unidos.
A arte da capa de Destroyer foi pintada pelo artista de fantasia Ken Kelly. Kelly foi convidado para um show e recebeu um passe para os bastidores. Ele disse sobre a apresentação: "Isso me surpreendeu". Kelly foi mais tarde contratado pela banda para desenhar a capa de Love Gun, de 1977.
A versão original de Kelly da capa do álbum foi rejeitada pela gravadora porque eles sentiram que a cena era muito violenta com os escombros e as chamas. A capa frontal mostra o grupo caminhando em cima de uma pilha de escombros e um fundo desolado manchado com prédios destruídos, alguns dos quais estão em chamas. 

Side one

1. "Detroit Rock City" Paul Stanley, Bob Ezrin Stanley 5:17
2. "King of the Night Time World" Stanley, Kim Fowley, Mark Anthony, Ezrin Stanley 3:19
3. "God of Thunder" Stanley Simmons 4:13
4. "Great Expectations" Gene Simmons, Ezrin Simmons 4:24
Side two

1. "Flaming Youth" Ace Frehley, Stanley, Simmons, Ezrin Stanley 2:59
2. "Sweet Pain" Simmons Simmons 3:20
3. "Shout It Out Loud" Stanley, Simmons, Ezrin Stanley, Simmons 2:49
4. "Beth" Peter Criss, Stan Penridge, Ezrin Criss 2:45
5. "Do You Love Me?" Stanley, Fowley, Ezrin Stanley 3:33
6. "Untitled" Simmons, Stanley, Ezrin instrumental 1:25
Total length: 34:11

Lançado em 1976, o quinto álbum “Rock and Roll Over” é um dos grandes clássicos do Kiss. E sua aura começa logo na capa, uma das mais icônicas da carreira da banda.
A imagem dos quatro rostos maquiados, cercados por suas próprias “energias” dentro do círculo principal, certamente ajudou a fixar no imaginário popular as “personas” dos integrantes.
O responsável pela arte foi o ilustrador Michael Doret, que concebeu seu trabalho mais famoso sem saber quase nada sobre o Kiss. Foi necessário que enviassem a ele explicações sobre os personagens de cada músico – Demon (Gene Simmons), Starchild (Paul Stanley), Spaceman (Ace Frehley) e Catman (Peter Criss) – antes do nascimento da própria ideia. 
Utilizando o caminhão de gravação da Record Plant, o Kiss começou a gravar no Star Theater, um teatro de arena, em Nanuet, Nova York, em 30 de setembro de 1976, e concluiu as faixas básicas em 11 de outubro, com as sobreposições sendo feitas na Record Plant de 12 a 17 de outubro. Trabalhando de 16 a 17 horas por dia, Eddie Kramer tentou capturar o som ao vivo da banda utilizando todo o prédio. Os amplificadores de Ace, Paul e Gene foram colocados sob o palco em camarins separados para evitar vazamento de som para os microfones da bateria. A bateria de Peter foi gravada tanto no meio do palco quanto em um banheiro. Os vocais às vezes eram gravados em corredores. Kramer gravou com os mesmos microfones valvulados especiais que havia usado com Jimi Hendrix e Led Zeppelin. O engenheiro Corky Stasiak contou, de forma divertida, uma história de quando descia de skate pelo corredor íngreme do teatro e tentava pular no palco, mas acabou caindo em cima da bateria e dos microfones. Ele rapidamente reiniciou tudo, sem o conhecimento da banda nem de Kramer. Pouco depois, enquanto ouvia uma reprodução, Paul Stanley comentou: “soa melhor hoje do que ontem”.

Side A

1. "I Want You" Paul Stanley Stanley 3:04
2. "Take Me" Stanley, Sean Delaney Stanley 2:56
3. "Calling Dr. Love" Gene Simmons Simmons 3:44
4. "Ladies Room" Simmons Simmons 3:27
5. "Baby Driver" Peter Criss, Stan Penridge Criss 3:40

Side B

6. "Love 'Em and Leave 'Em" Simmons Simmons 3:47
7. "Mr. Speed" Stanley, Delaney Stanley 3:18
8. "See You in Your Dreams" Simmons Simmons 2:34
9. "Hard Luck Woman" Stanley Criss 3:35
10. "Makin' Love" Stanley, Delaney Stanley 3:14
Total length: 33:18

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...